Trajeto da Viagem:

Sem duvida nenhuma foi a maior aventura com relação a saber se era possível ou não prosseguir a viagem, assim que pisei no Acre veio a primeira alteração na rota da expedição, a estrada que liga Rio Branco no Acre a cidade de Lábrea no Amazonas não existe, tenho que ir para Porto Velho em Rondônia e de lá seguir até a cidade de Humaitá, chegando na cidade fui até o 54 Companhia de Selva do Amazonas, o Tenente Coronel me explica as dificuldades de chegar até Jacareacanga no Pará, é mais seguro fazer uma outra alteração a fim de preservar minha vida, sigo em direção a cidade de Manaus, pegando um barco, sigo a rota para a cidade de Santarém no Pará, e lá estou eu em Rurópolis depois de varias alterações estou de volta a rodovia Transamazônica, a estrada esta nas piores condições possíveis pois a época é de inverno e as fortes chuvas já começam a dar ar das suas graças, chegando em Altamira no Pará literalmente os céus despenca em minha cabeça, tive que utilizar de uma nova rota, agora pego uma carona com uma balsa de boiadeiro no rio Xingu para a cidade de Belém no Pará, seguindo por uma outra rodovia chego na cidade de Picos no Piauí, novamente encontro a rodovia Transamazônica, debaixo de chuva chego na cidade de João Pessoa na Paraíba depois de 21 dias de temporais constantes, estou completamente esgotado.
Pego fortes chuvas em Altamira no Pará, tenho que alterar a rota novamente, na longa viagem quem ditava as regras de quando e como eu poderia viajar era a natureza e seus contratempos.