Projeto Petar61: Dan ficou confinado por 61 dias na caverna Alambari de Cima, no Petar (Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira), próximo a divisa entre São Paulo e Paraná. Neste período, nosso louco aventureiro teve apenas como companhia, alguns morcegos, insetos e escorpiões.
Objetivos do projeto, a pesquisa que envolveu o estudo do comportamento humano em uma temperatura media de 18 graus e umidade superior a 100%, longe da luz solar o biorritmo do ser humano sofre diversas alterações.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Galeria de fotos, do projeto Petar61, as imagens da entrada e saída de Dan Robson durante a execução do confinamento de 61 dias dentro da caverna Alambari de Cima.
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Veja os objetivos do projeto, a pesquisa que envolveu o estudo do comportamento humano em uma temperatura media de 18 graus e umidade superior a 100%, longe da luz solar o biorritmo do ser humano sofre diversas alterações.
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A comunicação, entre o acampamento e equipe externa foi instalado um sistema de rádio comunicação por dois interfones e um micro gravador de áudio, tudo isso alimentado por baterias de carro, era a única forma de contato que Dan tinha ao longo dos 61 dias de sua permanência.
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Planilha com todos os equipamentos e alimentos que Dan Robson utilizou durante os 61 dias dentro da caverna,
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Mapa da caverna que foi escolhida para o confinamento de Dan Robson, em escala topográfica !
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O Reencontro, longe de tudo e de todos, Dan Robson reencontra com sua família, a primeira pessoa a recebe-lo de volta a superfície é sua mãe, não foi nada fácil para ela suportar o cheiro do seu filho, pois o primeiro banho foi com 20 dias de confinamento, depois foram a cada 5 ou 6 dias
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O Parque Petar, é um dos mais antigos parques do Estado de São Paulo, criado através do Decreto n, 32.283 de 19/05/1958, com área de 35.712 alqueires , visando resguardar e proteger o rico patrimônio natural de região do Alto do Ribeira.
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Recorde Brasileiro e Sul Americano em permanência em caverna, saiba com foi viver a uma temperatura média de 18 graus e umidade do ar superior à 100% junto com morcegos, lontras e muitos animais desconhecidos pelo nosso louco aventureiro, Dan encarou mais um super desafio nos limites pisicologicos da mente humana.
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O Diário, na caverna Dan pode descrever em seu diário as dificuldades do dia a dia e sua luta psicológica conta à solidão, leia o conturbado diário da escuridão de Dan.
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PROJETO PETAR61

Alguns anos atrás, ele não passava de uma analista de sistemas, envolvido com hardware e programas de informática. Hoje o aventureiro Dan Robson, anos, de São Bernardo do Campo coleciona façanhas como a de ter percorrido a pé todo o litoral brasileiro - desde o Arroio do Chuí, no Rio Grande só Sul até o Oiapoque, na divisa do Amapá com a Guiana Francesa - e a de ter passado 61 dias dentro de uma caverna, experiência que lhe rendeu o recorde sul-americano em permanência em cavernas, até então pertencente a um grupo de brasileiros que ficou 21 dias em uma gruta , em 1986, "como percorri do Chuí ao Oiapoque a pé eu tinha conhecimento do meu limite físico, mas não tinha certeza de que conseguiria ficar dois meses em uma caverna. Percebi que o meu psicológico é mais forte que eu imaginava", disse Dan Robson - que por três vezes, pensou em entregar os pontos durante crises de depressão momentânea: "Acordava chorando sem motivo nenhum, com uma sensação de agonia, mas logo passava".
O local escolhido pelo Indiana Jones tupiniquim foi a caverna de Alambari de Cima, pertencente ao Petar, em Iporanga (SP). A visitação é proibida na caverna, e os alimentos eram entregues ao aventureiro por meio de uma tirolesa, a fim de que ele não tivesse contato com outros seres além dos morcegos e insetos que habitam a gruta, "Em menos de uma semana, eu perdi completamente a noção do tempo, Tanto que, no dia em que fui retirado da caverna, tinham me dito que ainda faltavam dez dias para completar os 61 dias, e acreditei,"
Além da companhia de morcegos, Dan Robson chegou a ser atacado por uma lontra à beira do rio que passa pelo interior da gruta. Com o susto, ele perdeu a lanterna que estava em sua cabeça e ficou totalmente às escuras "Para achar novamente a barraca, eu tive de pegar areia do chão e jogá-la para todos os lados até ouvir o barulho dos grãos batendo na lona."
Antes de iniciar a empreitada, Dan Robson sequer havia entrado em uma caverna. "Depois que criei o projeto, visitei cinco. Uma coisa que me chamou atenção foram os insetos. Eles são brancos, frágeis, cegos".
Muitos deles comem só uma vez por mês. São os morcegos que trazem o alimento para eles, porque as fezes dos morcegos criam fungos que servem de comida para os insetos."